terça-feira, fevereiro 14, 2006

Mãe de onde vêm os iogurtes?

Este é o meu mais recente problema existencial, de onde vêm afinal os iogurtes? Ok, vêm das fábricas dos diversos fabricantes. Mas como é possível que um iogurte de morango tenha sempre exactamente o mesmo sabor, quando é claro é da mesma marca… Confuso? Vamos então ás conclusões a que cheguei.
Muitos dos iogurtes que estão no mercado são de fruta, desses iogurtes de fruta, se por exemplos provares um Danone de Morango ela saberá sempre igual, todos os iogurtes de morango da danone saberão sempre da mesma maneira, o que é estranho… Alguém já alguma vez comeu algum tipo de fruta que tivesse sempre o mesmo sabor? Ás vezes nem na mesma árvore as frutas sabem igual… Então como é possível que o iogurte saiba sempre da mesma maneira?
- Hipótese 1: Existe uma enorme morango de onde todos os dias são retiradas pequenas lascas para produzir os iogurtes.
- Hipótese 2: Há nas fabricas um senhor pago para dar trincas nos morangos e comparar o sabor que sendo idêntico passa á linha de produção.
- Hipótese 3: Há uma plantação de morangos enormes que ajudam a que cada pack de iogurtes tenha o mesmo sabor.
Quanto há hipótese 1, não parece viável. O Guiness book não tem registo de tal coisa.
A hipótese 2: Faz algum sentido mas tem dois grandes problemas. O primeiro é que o método obrigaria a usar morangos “pivot” aos quais os outros serão comparados, ora provando tantos morangos o que acabaria por acontecer era que o senhor teria de de quando em vez dar uma trinca nos morangos referência o que levaria ao seu desaparecimento e consequentemente à perda do sabor de referência. O segundo problema é que este processo é um pouco, só um pouquinho abadalhocado, não?
- Conclusão: Os iogurtes vêm do entroncamento, (hipótese 3).

segunda-feira, fevereiro 06, 2006

Explode um Barracão!!!

Descansem os portugueses, um dos grandes dramas do nosso país deixa agora de o ser. Não vamos mais ter de ficar chocados quando assistimos em pleno verão a hectares e hectares de floresta a arder com aquele terrível sufoco de pensar: “Oh meu Deus, e se isto arde tudo, onde vou arranjar lenha para o natal?”. Pois é, ao que parece há material substituto que também dá uma bela chama e deve aquecer bem os pés. É toda uma vasta gama de produtos que apenas de respeitar uma condição, ser da Dinamarca. Todos têm visto, aquilo arde bem.
O Tiblogas teve já acesso a campanhas publicitárias de empresas atentas que pretendem comercializar estes novos produtos. Algumas das frases mais interessantes são:
- Madeiras País Frio, ardem de fio a pavio!
- Acendalhas Dinamarca, se não tens cuidado até te queima a barraca!
- Paprl caricaturado, faz fogueira em qualquer lado!
- Bandeirinhas do Ocidente, Faz uma chaminha, ui ui, bem quente

quinta-feira, fevereiro 02, 2006

O todo poderoso

Ainda não é desta que Deus aparece, e ao faze-lo, certamente não seria aqui num artigo deste blog, portanto não é ele, ou melhor, não é só ele que é todo poderoso. Também não é do “Special One” que vou falar… esse também fica para outra oportunidade. Poderia também ser o Bush, mas esse também já teve direito a muita e muita conversa no Tiblogas 1.
Pois é, hoje o Tiblogas orgulha-se de condecorar o senhor Microsoft. A vida não é só rosas, e isto o dinheiro não resolve, portanto senhor Bill Gates aqui vai o prémio do tiblogas para si: O Tiblogas atribui-lhe o titulo “Ai que nervos 2006 e mais uns quantos anos para trás”.
São indiscutíveis os méritos e a dimensão da obra e da importância que o patrão da Microsoft deixou e deixará na história da humanidade. Mas meus amigos inimigos e neutros, e o que este senhor já fez de mal humm? Pois é… se não fose ele, para já não teria de se ler coisas estúpidas em catadupa neste blog. Depois minha gente, quantos anos já perdemos nós da nossa vida em frente ao computador em absoluto estado de nervos com os erros do Windows, com os stresses do PC, os do pc, é sempre ele o culpado… Quantas vezes esmurramos o monitor, amandamos o rato ao chão e chegamos mesmo a ter a janela aberta para mandar o computador a “baixo”, ok, ok, agora entusiasmei-me e estava a falar da minha relação com o meu computador… E já agora tava a mentir, não faço nada disto ao pobre computador, não faço isso mas todos os dias o ligo e desligo com um pontapé amigável… seja lá o que isso for. Por fim, quantas vezes já demos connosco a falar com o pc, agora não estou só falar só de mim pois não? Ou expressões como “Mas o que foi agora?”, “Anda lá” ou coisas mais hardcore como: “Que merda de programa”, “Ai o cara…, mas isto não dá porquê, explicas-me” ou o violentíssimo: “Fod….ssss para isto, daqui a bocado mando-te pela janela” te são estranhas.
É ou não justo este orémio?